“Queiramos ou não, a comunicação eletrônica está moldando, ativamente, a estrutura do mundo atual. Se a revolução industrial precisou de cem anos para modificar as estruturas sociais, a revolução informática e eletrônica o está conseguindo em poucos lustros.Os responsáveis pelos sistemas educacionais não devem ficar à margem de um fenômeno tão problemático e comprometedor. É urgente a necessidade de revisar a educação à luz das novas exigências que nos oferecem os meios de comunicação social, tanto por seu conteúdo quanto por suas formas.”
Francisco Gutierrez Perez, Bogotá, 1970.
Caros amigos, prestem atenção à data: 1970!
Certamente muitos de nós já ouvimos essa conversa, se bem que não com as mesmas palavras, mas com outras, que no fim, dão no mesmo. Modernizar, atualizar, reformular a prática de ensino, para adequá-la a evolução dos sistemas de informação que a globalização vem impondo à sociedade do final do século XX e início do XXI que estamos todos vivendo.
Em alguns cursos de Licenciatura, há pouco tempo, já se vêm fazendo referências à informatização e à comunicação social. Já é um tremendo avanço!
No entanto, para muitos, isso tudo parece não passar de “matéria para ser estudada somente na faculdade”, porque, quase em uníssono, o comentário é sempre o mesmo: de que adianta ouvir e estudar tudo isso, se quando chego na minha escola, os recursos de que disponho, não são mais do que giz e cuspe?
Depois de passar muito tempo ouvindo essa mesma história, ouvindo as angústias e ansiedades de colegas que não conseguiram ainda modernizar suas aulas de acordo com os novos tempos, posso dizer, quase com toda a certeza, que os cursos de graduação e de formação não estão sendo devidamente claros quando tentam transmitir o que muitos chamam de "pensamento de modernização", de modo a realmente nos auxiliar naquilo que interessa de verdade, no dia a dia: uma remexida geral na prática de sala de aula que funcione e que seja adequada às necessidades daquele a que se convencionou chamar de novo aluno.
O aluno não é novo nada, as exigências é que são outras! (indisciplina e falta de educação serão comentadas em breve) O aluno é o mesmo, cujo único motivo, quase sempre, por que vai à escola é encontrar com os amigos... mais atualmente, mexer no computador da escola (ou passar o tempo, comer a merenda, etc, etc...). E, a direção cobra... porque também é cobrada. E todos somos muito cobrados! Temos de estar no top de linha da modernização!!! Ai, meu Deus!
E, nós, pobres professores, nos vemos acuados, porque de um lado sofremos a pressão dessa nova ordem educacional e, de outro, não sabemos qual prática desenvolver, não por nossa culpa ou ignorância, a pressão é pesada mesmo.
Desde as primeiras notícias que tivemos de que o uso da Informática traria muitas mudanças ao Ensino e à prática de sala de aula, muitos de nós, já com vários anos de estrada – ou de lousa, como queiram – ficamos preocupados com o quê seria, afinal, feito de tudo aquilo que aprendemos no Magistério, na Pedagogia e nas Licenciaturas. A pergunta que atormentava era: o professor será substituído pelos computadores? Depois de, pelo menos, duas décadas de estudos, pesquisas, boatos e estatísticas, podemos afirmar com certeza: Não, amigo/a! O professor não será, nunca, substituído pelos computadores nem por máquina nenhuma.
Certamente muitos de nós já ouvimos essa conversa, se bem que não com as mesmas palavras, mas com outras, que no fim, dão no mesmo. Modernizar, atualizar, reformular a prática de ensino, para adequá-la a evolução dos sistemas de informação que a globalização vem impondo à sociedade do final do século XX e início do XXI que estamos todos vivendo.
Em alguns cursos de Licenciatura, há pouco tempo, já se vêm fazendo referências à informatização e à comunicação social. Já é um tremendo avanço!
No entanto, para muitos, isso tudo parece não passar de “matéria para ser estudada somente na faculdade”, porque, quase em uníssono, o comentário é sempre o mesmo: de que adianta ouvir e estudar tudo isso, se quando chego na minha escola, os recursos de que disponho, não são mais do que giz e cuspe?
Depois de passar muito tempo ouvindo essa mesma história, ouvindo as angústias e ansiedades de colegas que não conseguiram ainda modernizar suas aulas de acordo com os novos tempos, posso dizer, quase com toda a certeza, que os cursos de graduação e de formação não estão sendo devidamente claros quando tentam transmitir o que muitos chamam de "pensamento de modernização", de modo a realmente nos auxiliar naquilo que interessa de verdade, no dia a dia: uma remexida geral na prática de sala de aula que funcione e que seja adequada às necessidades daquele a que se convencionou chamar de novo aluno.
O aluno não é novo nada, as exigências é que são outras! (indisciplina e falta de educação serão comentadas em breve) O aluno é o mesmo, cujo único motivo, quase sempre, por que vai à escola é encontrar com os amigos... mais atualmente, mexer no computador da escola (ou passar o tempo, comer a merenda, etc, etc...). E, a direção cobra... porque também é cobrada. E todos somos muito cobrados! Temos de estar no top de linha da modernização!!! Ai, meu Deus!
E, nós, pobres professores, nos vemos acuados, porque de um lado sofremos a pressão dessa nova ordem educacional e, de outro, não sabemos qual prática desenvolver, não por nossa culpa ou ignorância, a pressão é pesada mesmo.
Desde as primeiras notícias que tivemos de que o uso da Informática traria muitas mudanças ao Ensino e à prática de sala de aula, muitos de nós, já com vários anos de estrada – ou de lousa, como queiram – ficamos preocupados com o quê seria, afinal, feito de tudo aquilo que aprendemos no Magistério, na Pedagogia e nas Licenciaturas. A pergunta que atormentava era: o professor será substituído pelos computadores? Depois de, pelo menos, duas décadas de estudos, pesquisas, boatos e estatísticas, podemos afirmar com certeza: Não, amigo/a! O professor não será, nunca, substituído pelos computadores nem por máquina nenhuma.
Ainda tem mais... Me aguardem!
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