domingo, 13 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
E "Caminho das Índias" chegou ao fim...
Convidei os amigos para virem assistir ao último capítulo de "Caminho das Índias". Gravado, é claro, porque a aula acaba às 22h e todos só chegam depois das 22h30. Sei que vão tirar uma comigo, me chamando de noveleira de plantão... E vão tirar uma com o Fernando também, pois sabem que gravo a novela para ele assistir quando chega da aula. Mas, pessoal: vocês são professores de Comunicação! Não dá pra não querer saber se o Raj vai perdoar a Maya ou se Opash vai dar a surra prometida em Shankar, apesar de ele acabar de saber que o Brâmane é o seu verdadeiro pai. Não dá pra ficar sem saber como Yvonne vai enganar o carcereiro babão e conseguir fugir - espetacularmente - da cadeia ou se o badboy Zeca fica na cadeia - merecidamente. E o Raul? Vai ficar pobre? Melissa vai aceitar a doença do Tarso? E a Tônia? Vai desistir da bolsa na Alemanha pra casar com ele? E a Suhrya? Aquela naja...! O quê vai acontecer com ela? Mistééério!!!!!!
A gente sabe que tudo isso vai acontecer, mas não dá pra ficar sem ver acontecer!
É... tenho de reconhecer: Glória Perez é mesmo genial!!! Eu não gostava dela, não, desde "Corpo & Alma", mas não é que ela é boa, mesmo? Ela escreveu essa história sozinha! sem o auxílio das enormes equipes de redatores que os outros autores reúnem. Sem desmerecê-los, é óbvio, pois todos são bárbaros, principalmente Gilberto Braga, que anda sumido, desde "Paraíso Tropical".
Novela é bom, é isso mesmo: a gente sabe que os mocinhos sempre vencem, que os vilões às vezes se dão mal, mas, definitivamente, é uma paixão nacional!
Igual ao futebol!
Por falar nisso: e o Maradona? Onde anda la mano de D10s? Ainda vou comentar, porque se tem uma coisa quase tão boa quanto novela, é a Argentina não ser classificada para a Copa do Mundo!
E eu nem gosto de futebol...
So long, farewell, auf wiedersehen, goodbye... Até a próxima!
A gente sabe que tudo isso vai acontecer, mas não dá pra ficar sem ver acontecer!
É... tenho de reconhecer: Glória Perez é mesmo genial!!! Eu não gostava dela, não, desde "Corpo & Alma", mas não é que ela é boa, mesmo? Ela escreveu essa história sozinha! sem o auxílio das enormes equipes de redatores que os outros autores reúnem. Sem desmerecê-los, é óbvio, pois todos são bárbaros, principalmente Gilberto Braga, que anda sumido, desde "Paraíso Tropical".
Novela é bom, é isso mesmo: a gente sabe que os mocinhos sempre vencem, que os vilões às vezes se dão mal, mas, definitivamente, é uma paixão nacional!
Igual ao futebol!
Por falar nisso: e o Maradona? Onde anda la mano de D10s? Ainda vou comentar, porque se tem uma coisa quase tão boa quanto novela, é a Argentina não ser classificada para a Copa do Mundo!
E eu nem gosto de futebol...
So long, farewell, auf wiedersehen, goodbye... Até a próxima!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
E o badboy foi pra cadeia!
Olá!
Não posso deixar de comentar a sequência de "Caminho das Índias" em que, finalmente, o badboy 'Zeca' foi parar na cadeia... Pra mim foi pouco!!! O garoto passou a novela toda aprontando e os pais, sem qualificação, diga-se de passagem, passando-lhe a mão na cabeça. É por essas e outras que o respeito ao outro vai se acabando. Fora as coisas que ele armou na escola, contra a pobre da Profa. Berenice! É por isso também que ninguém mais quer ser professor!
E, depois, vem o nosso belo governo com propaganda ridícula, querendo incentivar a moçada para a carreira do Magistério! Só rindo, mesmo!!!
Mas, essa história vale um comentário só pra ela!
Me aguardem!
So long, farewell, auf wiedersehen, goodbye for this moment...
Não posso deixar de comentar a sequência de "Caminho das Índias" em que, finalmente, o badboy 'Zeca' foi parar na cadeia... Pra mim foi pouco!!! O garoto passou a novela toda aprontando e os pais, sem qualificação, diga-se de passagem, passando-lhe a mão na cabeça. É por essas e outras que o respeito ao outro vai se acabando. Fora as coisas que ele armou na escola, contra a pobre da Profa. Berenice! É por isso também que ninguém mais quer ser professor!
E, depois, vem o nosso belo governo com propaganda ridícula, querendo incentivar a moçada para a carreira do Magistério! Só rindo, mesmo!!!
Mas, essa história vale um comentário só pra ela!
Me aguardem!
So long, farewell, auf wiedersehen, goodbye for this moment...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Agora é sério! (2a. parte)
Reafirmo: o professor não será, nunca, substituído pelos computadores nem por máquina nenhuma.
E, a razão é muito simples: até agora muito pouco se modificou na prática de sala de aula e isso porque poucos conseguiram chegar a uma conclusão do que fazer com os alunos para interessá-los, com a sua prática (ou com a minha), o que dizer, então, com os computadores, com recursos técnicos auxiliares de ensino, novas tecnologias de ensino-aprendizagem, ou seja lá que nome deem à toda a parafernália tecnológica que muitas escolas possuem e que, quase sempre, fica empoeirando num laboratório maravilhoso, projetado à última palavra arquitetônica para abrigar todo aquele equipamento que, parece, o professor ainda não ousou usar, ou usa limtadamente.
Também sabemos que, muitas vezes, esses equipamentos são utilizados, e com muito sucesso por sinal, pelas esferas mais altas de ensino, como universidades e centros de pesquisa e, realmente muito pouco nos níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental!
A verdade não é o fato de o professor não saber usar, ou ter medo das máquinas. A verdade é que de tanto procurar saber a respeito, lê coisas escritas por profissionais estrangeiros e/ou nacionais que conseguiram resultados “espantosos”, muitas vezes, porque apenas esses resultados foram publicados e ele, aquele que está na sala de aula, trabalha em duas ou três escolas para manter um padrão razoável de vida, estuda e corrige provas da meia-noite às seis, acredita piamente que é totalmente incapaz de se utilizar de recursos de ensino mais avançados, quaisquer que sejam, mais tecnológicos que lousa, giz e saliva.
Ora, na minha opinião, já está mais que na hora de nos utilizarmos, sim, da tecnologia, de recursos de Ensino avançados e, principalmente, valorizarmos tudo aquilo que aprendemos e experienciamos ao longo das nossas carreiras e colocarmos a nosso próprio serviço toda a nossa vivência, experiência e tecnologia.
É, aquela tecnologia que já está disponível para nós há tanto tempo: o nosso conhecimento adquirido e acumulado e, aí sim, aliar, dominar, usufruir os e dos equipamentos eletrônicos que estão à nossa disposição, fazendo deles o que eles realmente são, instrumentos para auxiliar a nossa prática, usar deles e não deixar que eles tomem conta de nós como 'aliens' tomando nossos corpos e mentes.
Podemos provar que é possível conquistar esse “admirável mundo novo” da educação tecnológica. Com inspiração, criatividade, entusiasmo e muita, muita experiência em sala de aula, que é o que não nos falta.
Usando nosso talento e disposição e, temperando tudo: Informática, Comunicação, recursos técnicos auxiliares do ensino e nossa experiência, principalmente nossa experiência, com os métodos e técnicas de ensino que já vimos utilizando durante estes longos anos, com certeza, estaremos dando banhos de tecnologia educacional por esse mundo afora.
Caro colega, Você deve estar pensando: essa é louca, visionária, nós nunca vamos conseguir chegar ao nível dos americanos (ou espanhóis, ou australianos, canadenses, suíços, etc.) em matéria de usar Informática ou Meios de Comunicação no Ensino...
Pois eu acredito que podemos até ultrapassá-los. Falta um pouco mais de coragem de arriscar e, também, conhecer um pouco mais das linguagens da Mídia e das tecnologias que estão aí.
Já podemos assegurar que não é preciso conhecer a fundo a Informática para se utilizar dela na sala de aula não é preciso ser jornalista ou publicitário ou cineasta para usar as Linguagens de Comunicação para transmitir nossa mensagem e fazer com que ela seja retida pelos alunos.
Nós temos o domínio das técnicas do aprender e do ensinar e, com o respaldo que elas nos dão, temos a mágica para misturar tudo isso e fazer nosso trabalho mais efetivo, mais funcional, mais agradável, principalmente, para nós mesmos.
E, a razão é muito simples: até agora muito pouco se modificou na prática de sala de aula e isso porque poucos conseguiram chegar a uma conclusão do que fazer com os alunos para interessá-los, com a sua prática (ou com a minha), o que dizer, então, com os computadores, com recursos técnicos auxiliares de ensino, novas tecnologias de ensino-aprendizagem, ou seja lá que nome deem à toda a parafernália tecnológica que muitas escolas possuem e que, quase sempre, fica empoeirando num laboratório maravilhoso, projetado à última palavra arquitetônica para abrigar todo aquele equipamento que, parece, o professor ainda não ousou usar, ou usa limtadamente.
Também sabemos que, muitas vezes, esses equipamentos são utilizados, e com muito sucesso por sinal, pelas esferas mais altas de ensino, como universidades e centros de pesquisa e, realmente muito pouco nos níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental!
A verdade não é o fato de o professor não saber usar, ou ter medo das máquinas. A verdade é que de tanto procurar saber a respeito, lê coisas escritas por profissionais estrangeiros e/ou nacionais que conseguiram resultados “espantosos”, muitas vezes, porque apenas esses resultados foram publicados e ele, aquele que está na sala de aula, trabalha em duas ou três escolas para manter um padrão razoável de vida, estuda e corrige provas da meia-noite às seis, acredita piamente que é totalmente incapaz de se utilizar de recursos de ensino mais avançados, quaisquer que sejam, mais tecnológicos que lousa, giz e saliva.
Ora, na minha opinião, já está mais que na hora de nos utilizarmos, sim, da tecnologia, de recursos de Ensino avançados e, principalmente, valorizarmos tudo aquilo que aprendemos e experienciamos ao longo das nossas carreiras e colocarmos a nosso próprio serviço toda a nossa vivência, experiência e tecnologia.
É, aquela tecnologia que já está disponível para nós há tanto tempo: o nosso conhecimento adquirido e acumulado e, aí sim, aliar, dominar, usufruir os e dos equipamentos eletrônicos que estão à nossa disposição, fazendo deles o que eles realmente são, instrumentos para auxiliar a nossa prática, usar deles e não deixar que eles tomem conta de nós como 'aliens' tomando nossos corpos e mentes.
Podemos provar que é possível conquistar esse “admirável mundo novo” da educação tecnológica. Com inspiração, criatividade, entusiasmo e muita, muita experiência em sala de aula, que é o que não nos falta.
Usando nosso talento e disposição e, temperando tudo: Informática, Comunicação, recursos técnicos auxiliares do ensino e nossa experiência, principalmente nossa experiência, com os métodos e técnicas de ensino que já vimos utilizando durante estes longos anos, com certeza, estaremos dando banhos de tecnologia educacional por esse mundo afora.
Caro colega, Você deve estar pensando: essa é louca, visionária, nós nunca vamos conseguir chegar ao nível dos americanos (ou espanhóis, ou australianos, canadenses, suíços, etc.) em matéria de usar Informática ou Meios de Comunicação no Ensino...
Pois eu acredito que podemos até ultrapassá-los. Falta um pouco mais de coragem de arriscar e, também, conhecer um pouco mais das linguagens da Mídia e das tecnologias que estão aí.
Já podemos assegurar que não é preciso conhecer a fundo a Informática para se utilizar dela na sala de aula não é preciso ser jornalista ou publicitário ou cineasta para usar as Linguagens de Comunicação para transmitir nossa mensagem e fazer com que ela seja retida pelos alunos.
Nós temos o domínio das técnicas do aprender e do ensinar e, com o respaldo que elas nos dão, temos a mágica para misturar tudo isso e fazer nosso trabalho mais efetivo, mais funcional, mais agradável, principalmente, para nós mesmos.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Agora é sério! (1a. parte)
“Queiramos ou não, a comunicação eletrônica está moldando, ativamente, a estrutura do mundo atual. Se a revolução industrial precisou de cem anos para modificar as estruturas sociais, a revolução informática e eletrônica o está conseguindo em poucos lustros.Os responsáveis pelos sistemas educacionais não devem ficar à margem de um fenômeno tão problemático e comprometedor. É urgente a necessidade de revisar a educação à luz das novas exigências que nos oferecem os meios de comunicação social, tanto por seu conteúdo quanto por suas formas.”
Francisco Gutierrez Perez, Bogotá, 1970.
Caros amigos, prestem atenção à data: 1970!
Certamente muitos de nós já ouvimos essa conversa, se bem que não com as mesmas palavras, mas com outras, que no fim, dão no mesmo. Modernizar, atualizar, reformular a prática de ensino, para adequá-la a evolução dos sistemas de informação que a globalização vem impondo à sociedade do final do século XX e início do XXI que estamos todos vivendo.
Em alguns cursos de Licenciatura, há pouco tempo, já se vêm fazendo referências à informatização e à comunicação social. Já é um tremendo avanço!
No entanto, para muitos, isso tudo parece não passar de “matéria para ser estudada somente na faculdade”, porque, quase em uníssono, o comentário é sempre o mesmo: de que adianta ouvir e estudar tudo isso, se quando chego na minha escola, os recursos de que disponho, não são mais do que giz e cuspe?
Depois de passar muito tempo ouvindo essa mesma história, ouvindo as angústias e ansiedades de colegas que não conseguiram ainda modernizar suas aulas de acordo com os novos tempos, posso dizer, quase com toda a certeza, que os cursos de graduação e de formação não estão sendo devidamente claros quando tentam transmitir o que muitos chamam de "pensamento de modernização", de modo a realmente nos auxiliar naquilo que interessa de verdade, no dia a dia: uma remexida geral na prática de sala de aula que funcione e que seja adequada às necessidades daquele a que se convencionou chamar de novo aluno.
O aluno não é novo nada, as exigências é que são outras! (indisciplina e falta de educação serão comentadas em breve) O aluno é o mesmo, cujo único motivo, quase sempre, por que vai à escola é encontrar com os amigos... mais atualmente, mexer no computador da escola (ou passar o tempo, comer a merenda, etc, etc...). E, a direção cobra... porque também é cobrada. E todos somos muito cobrados! Temos de estar no top de linha da modernização!!! Ai, meu Deus!
E, nós, pobres professores, nos vemos acuados, porque de um lado sofremos a pressão dessa nova ordem educacional e, de outro, não sabemos qual prática desenvolver, não por nossa culpa ou ignorância, a pressão é pesada mesmo.
Desde as primeiras notícias que tivemos de que o uso da Informática traria muitas mudanças ao Ensino e à prática de sala de aula, muitos de nós, já com vários anos de estrada – ou de lousa, como queiram – ficamos preocupados com o quê seria, afinal, feito de tudo aquilo que aprendemos no Magistério, na Pedagogia e nas Licenciaturas. A pergunta que atormentava era: o professor será substituído pelos computadores? Depois de, pelo menos, duas décadas de estudos, pesquisas, boatos e estatísticas, podemos afirmar com certeza: Não, amigo/a! O professor não será, nunca, substituído pelos computadores nem por máquina nenhuma.
Certamente muitos de nós já ouvimos essa conversa, se bem que não com as mesmas palavras, mas com outras, que no fim, dão no mesmo. Modernizar, atualizar, reformular a prática de ensino, para adequá-la a evolução dos sistemas de informação que a globalização vem impondo à sociedade do final do século XX e início do XXI que estamos todos vivendo.
Em alguns cursos de Licenciatura, há pouco tempo, já se vêm fazendo referências à informatização e à comunicação social. Já é um tremendo avanço!
No entanto, para muitos, isso tudo parece não passar de “matéria para ser estudada somente na faculdade”, porque, quase em uníssono, o comentário é sempre o mesmo: de que adianta ouvir e estudar tudo isso, se quando chego na minha escola, os recursos de que disponho, não são mais do que giz e cuspe?
Depois de passar muito tempo ouvindo essa mesma história, ouvindo as angústias e ansiedades de colegas que não conseguiram ainda modernizar suas aulas de acordo com os novos tempos, posso dizer, quase com toda a certeza, que os cursos de graduação e de formação não estão sendo devidamente claros quando tentam transmitir o que muitos chamam de "pensamento de modernização", de modo a realmente nos auxiliar naquilo que interessa de verdade, no dia a dia: uma remexida geral na prática de sala de aula que funcione e que seja adequada às necessidades daquele a que se convencionou chamar de novo aluno.
O aluno não é novo nada, as exigências é que são outras! (indisciplina e falta de educação serão comentadas em breve) O aluno é o mesmo, cujo único motivo, quase sempre, por que vai à escola é encontrar com os amigos... mais atualmente, mexer no computador da escola (ou passar o tempo, comer a merenda, etc, etc...). E, a direção cobra... porque também é cobrada. E todos somos muito cobrados! Temos de estar no top de linha da modernização!!! Ai, meu Deus!
E, nós, pobres professores, nos vemos acuados, porque de um lado sofremos a pressão dessa nova ordem educacional e, de outro, não sabemos qual prática desenvolver, não por nossa culpa ou ignorância, a pressão é pesada mesmo.
Desde as primeiras notícias que tivemos de que o uso da Informática traria muitas mudanças ao Ensino e à prática de sala de aula, muitos de nós, já com vários anos de estrada – ou de lousa, como queiram – ficamos preocupados com o quê seria, afinal, feito de tudo aquilo que aprendemos no Magistério, na Pedagogia e nas Licenciaturas. A pergunta que atormentava era: o professor será substituído pelos computadores? Depois de, pelo menos, duas décadas de estudos, pesquisas, boatos e estatísticas, podemos afirmar com certeza: Não, amigo/a! O professor não será, nunca, substituído pelos computadores nem por máquina nenhuma.
Ainda tem mais... Me aguardem!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Bem-vindos!
Este blog acaba de ser inaugurado!
Quero usá-lo para compartilhar experiências, comentários e artigos sobre aplicação dos produtos da Mídia e suas Linguagens nas aulas de Leitura e Interpretação de Textos & Redação em Língua Portuguesa.
Outro objetivo deste blog é, também, compartilhar experiências e trocar conhecimentos sobre elaboração de trabalhos científicos (TCCs e Monografias).
Espero que ele também nos proporcione bons momentos de conversas sobre Cinema, o bom Cinema de todos os tempos e Teledramaturgia, desde a criação desse gênero no Brasil. Também são bem-vindas as conversas sobre Seriados de TV (meio nerd, não?) e bons momentos da Literatura, do Teatro e da Música.
Quero usá-lo para compartilhar experiências, comentários e artigos sobre aplicação dos produtos da Mídia e suas Linguagens nas aulas de Leitura e Interpretação de Textos & Redação em Língua Portuguesa.
Outro objetivo deste blog é, também, compartilhar experiências e trocar conhecimentos sobre elaboração de trabalhos científicos (TCCs e Monografias).
Espero que ele também nos proporcione bons momentos de conversas sobre Cinema, o bom Cinema de todos os tempos e Teledramaturgia, desde a criação desse gênero no Brasil. Também são bem-vindas as conversas sobre Seriados de TV (meio nerd, não?) e bons momentos da Literatura, do Teatro e da Música.
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